Quando anunciámos um novo capítulo para a SimXPro, uma pergunta surgiu repetidamente:
“O que vai mudar — e o que nunca mudará?”
A resposta curta: continuaremos a expandir o nosso ecossistema, o nosso conteúdo e as oportunidades reais para os pilotos de simuladores. Mas a nossa obsessão por uma coisa manter-se-á igual:
Um simulador deve sentir-se como uma peça de um carro de corrida, não como um móvel.
Resumo rápido (se só tiver 60 segundos)
- Rigidez do rig = repetibilidade. Se o seu chassis flexiona, as suas ações mudam de volta para volta.
- A flexão esconde problemas. Pode mascarar má ergonomia e travagens inconsistentes.
- A compatibilidade importa mais do que a marca. Um ecossistema de montagem inteligente torna as atualizações mais baratas (e mais divertidas).
- Comece pela base. Volantes e pedais só brilham quando o chassis é estável.
Por que a rigidez importa (mesmo que seja “apenas” um principiante)
Os principiantes muitas vezes pensam que a velocidade vem do “equipamento melhor” — um volante mais robusto, um conjunto de pedais mais caro, um monitor mais rápido. Essas melhorias ajudam, mas só se a plataforma por baixo delas se mantiver sólida como uma rocha.
Toda vez que um cockpit torce durante a travagem ou a base do volante se move sob carga, o seu corpo adapta-se. Aperta mais. Travagem mais cedo. Luta contra o carro em vez de o conduzir.
É por isso que continuamos a dizer: a rigidez é a base da velocidade. Não porque soe bem, mas porque é assim que se constrói consistência.
“Compatibilidade do ecossistema” — o que queremos dizer na prática
Concebemos tendo em conta a realidade do simracing: pode começar com um volante, depois mudar de marca. Pode usar uma posição de condução GT hoje e experimentar uma posição mais tipo fórmula no próximo mês. E a sua configuração de monitores muda frequentemente à medida que melhora o espaço, os ecrãs ou a imersão.
Por isso, o nosso objetivo é simples:
Fazer da atualização uma questão de parafusos — não de reconstrução total.
Isso significa focar-se em soluções de montagem padrão sempre que possível (montagens laterais para os bancos, bases de pedais ajustáveis, montagem de monitores baseada em VESA), e construir o chassis para que possa evoluir consigo.
Por onde começar na gama SimXPro
Se está a escolher o seu primeiro cockpit a sério, aqui estão três pontos de partida comuns — baseados em como quer correr e como espera fazer atualizações.
- Base GT versátil: GT‑RS — uma base sólida que funciona com uma vasta gama de volantes, pedais e acessórios.
- Foco em fórmula: XFR — construído para pilotos que querem uma posição de condução dedicada e baixa.
- Design limpo, com perfil fechado: GT‑PRO — para quem quer um aspeto “de exposição” sem sacrificar a rigidez.
Quer a lista prática?
Se quer um guia passo a passo (espaço, escolha do volante, montagem dos pedais e um orçamento realista), comece aqui:
Começar no Simracing: Escolha o seu primeiro volante, pedais e cockpit
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